sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Crónica de Helena Dias nº4

1Como o início de mais um novo ano e continuando cheia de esperança e alegria, resolvi, este mês, escrever uma crónica cor-de-rosa.

Num dia destes, ouvi uma colega frisar publicamente que, apesar de não se dar bem comigo, era obrigada a concordar com a minha opinião sobre determinado assunto. Bem… esta expressão, vinda de uma pessoa com quem passei parte da infância e adolescência, partilhando o ginásio e o transporte que nos levava a casa, fez-me questionar: será que sou algum bicho do mato, ou algo que não se cheire, para ser necessário justificar, em voz alta, o facto de, mesmo sem gostar de mim ou ir à bola comigo, considerar (que remédio, infelizmente!) que de vez enquanto digo umas coisas acertadas?

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Votação da Semana (Best Hoop)

Rebecca Sereda e Jasmine Kerber, ambas dos Estados Unidos da América, apresentaram estes dois exercícios de Arco, bem executados, em 2013. As duas novas apostas da actual equipa Americana, bastante novas mas com um longo percurso internacional pela frente. Assiste aos vídeos e vota para sabermos qual o teu favorito desta semana. Todos os votos são importantes!

1 - Rebecca Sereda

2 - Jasmine Kerber

Era uma vez… com Inês Gomes

1Era uma vez...
Uma menina que se chama Inês Gomes, vive em Almada e começou a praticar Ginástica Acrobática aos 4 anos. Aos 9 começou a praticar Rítmica que, após 3 anos já estava na seleção nacional, onde se tornou uma das melhores ginastas que Portugal já teve.

Treinava cerca de 5 horas por dia, e em estágios cerca de 6 a 8 horas diárias.
Era muito persistente e teimosa, o seu aparelho preferido era o Arco e a ginasta preferida era Marina Shpekt.

Crónica de Ida Pereira nº3

1ESTE MUNDO DE MULHERES!
Ao ver as fotografias do último Campeonato do Mundo de Kiev, lembrei-me deste tema.

Muitas vezes os problemas que existem na Ginástica Rítmica são explicados, por este desporto ser essencialmente um desporto de mulheres. Em que as treinadoras e juízes não se entendem porque são só mulheres. (Como se os problemas de relacionamento entre treinadores e árbitros não existissem em todos os desportos.)
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